segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Thor: Representação Mitológica vs Marveliana

Repare os ricos detalhes dessa representação de Thor que viaja pelos céus em sua carruagem puxada por dois bodes. Além disso, ele utiliza o cinto e o seu poderoso Martelo. Barba e cabelos ruivos.

1 - Introdução:
Nos últimos anos, graças ao impulso gerado pela indústria cinematográfica que vem explorando a temática medieval e essencialmente os povos vikings, a mitologia nórdica tem adquirido grande renome entre a cultura pop. Seriados e filmes sobre os piratas escandinavos, sua religião e é claro, a adaptação do deus Thor e demais divindades pela famosa "indústria" de Super Heróis, Marvel. Com isso, pretende-se nesse artigo, abordar sucintamente, as diferenças entre as duas principais representações do deus do trovão: a mitológica e a marveliana.

Thor o poderoso deus do Trovão e filho mais velho de Odin é uma das divindades mais famosas de toda a mitologia nórdica. É o mais forte de todos os deuses e homens, e detém três objetos valiosíssimos. O primeiro era o célebre martelo Mjölnir utilizado pelo deus viking para derrotar os gigantes de gelo. O segundo objeto mágico de Thor era um cinto que lhe conferia força sobre-humana duplicando a eficácia de seus golpes com Mjölnir. O terceiro e último objeto era um par de luvas tão mágicas quantos os outros utensílios. Elas aferiam a Thor mais habilidade de manejo do martelo e mais vigor durante as batalhas.


sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Ilustrações Bizarras da Idade Média


Não há dúvida alguma entre nós apreciadores da incrível Idade Média de que esses mil anos de história foram singulares em toda história humana. Uma cultura que para muitos foi um atraso ao desenvolvimento protagonizado pela cultura greco-romano, para outros uma inspiração de vida. Contudo, aqui não interessa seu ponto de vista, pois o que realmente quero mostrar é o quão bizarra era a mente do homem medieval, com base nisso, segue uma lista com mais de 50 ilustrações muito estranhas encontradas em manuscritos medievais. Preparado? Vamos lá!

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Principais Modelos de Escudo da Baixa Idade Média


Desde o surgimento da espécie humana sobre a face da terra, a guerra tem sido praticada. Desde o mito bíblico de Caim e Abel até os exatos minutos do dia de hoje, alguma guerra está acontecendo em algum lugar. Sem dúvida, a violência tem sido uma marca da humanidade. Mesmo entre os primeiros seres humanos, naturalmente, havia um ímpeto ou mesmo um instinto de proteção contra ameaças pessoais. Ameaças externas sempre existiram, seja por parte de outras espécies ou mesmo por conflitos sociais. Com a junção da necessidade de proteção e a capacidade humana de criar ferramentas, eis que surge um dos itens mais famosos de nossa história bélica, o escudo. Alguns brilhantes homens da pré-história tiveram a ideia de criar um dispositivo de proteção pessoal, que pudesse bloquear golpes de armas, ataques de animais e projéteis.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

A Arquearia no Exército Inglês Medieval


Introdução:
Este texto será trabalhando em consonância com a monografia “Arqueiros na Guerra dos Cem Anos: A Transição Militar da Baixa Idade Média” de Guilherme Floriani da Universidade Federal do Paraná. Para tal, as informações aqui destacadas serão embasadas nessa referência e se necessário retiradas de outras fontes menos utilizadas.

Antes da Guerra dos Cem Anos:
A cavalaria foi durante muito tempo uma das armas de guerra mais poderosas, especialmente na Antiguidade, onde boas hordas de cavaleiros poderiam deliberar batalhas em poucas horas, ou até mesmo minutos. Contudo, havia uma arma de guerra, muito antiga por sinal, que era muito eficiente contra as hostes montadas: o arco e flecha.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

A Epopeia de Beowulf


1 - O Poema:
Escrito na língua anglo-saxã (ou inglês antigo), o poema de Beowulf é uma das obras mais antigas, de literatura fantástica medieval, documentada neste idioma. Especula-se que fora composto entre os séculos VII e VIII da era cristã por algum engenhoso menestrel ou monge, que adaptou o conto originalmente pagão – oriundo da cultura escandinava – com elementos da fé cristã, já presente em quase toda Europa. (Ver "Paganismo e Cristianismo no poema Beowulf" nas referências).